segunda-feira, outubro 18, 2010
domingo, outubro 17, 2010
Seriados - 47
Seriados - 47: "
O PLANETA DOS MACACOS
Lançada em 13 de setembro de 1974 e com apenas 14 episódios (mas um foi cancelado), O Planeta dos Macacos (The Planet of the Apes) alcançou sucesso e deixou saudades.
Nascida na trilha do épico da ficção científica moderna, sucesso no cinema em 1968, a série teve roteiro de Robert Hammer e direção de Bernard McVeety. Foi produzida pela CBS.
Três astronautas voltam de uma missão espacial e descobrem que viajaram no tempo, sendo que a Terra – em 3085 dC – não é mais dominada pela raça humana, mas sim por símios.
Os orangotangos estão no comando, com legisladores, sábios
e políticos. Logo abaixo, os gorilas, com soldados e guerreiros. Os chimpanzés ficam em terceiro plano, com trabalhos pesados ou como antropólogos e veterinários. Em alguns casos com pesquisas de laboratório, estudando os humanos que sobraram.
No contexto, os humanos, mudos, são usados como raça inferior e escravizados, sendo usados também como cobaias de experiências.
Apenas o orangotango conselheiro doutor Zaius (Booth Colman) e o gorila general Urco (Mark Lenard) tem conhecimento do passado do planeta Terra. Os demais sequer imaginam que antigamente a Terra era dominada pelos humanos.
Dos três astronautas que voltaram ao planeta, um, de nome Jones, morre na chegada. Os outros dois, coronel Alan Virdon (Ron Hrper) e major Peter J. Burke (James Naughton) acabam capturados por Zaius, mas contam sua história ao chimpanzé veterinário
Galen (Roddy McDowall), que os auxilia a fugir, passando assim os três a serem perseguidos pelos soldados de Urco.
Os astronautas conhecem os chimpanzés Cornélius e sua companheira Zira, que decidem auxiliar os humanos, participando das aventuras em busca dos resquícios da tecnologia humana no planeta.
A série reaproveitou cenários e figurinos do filme, mas o interesse e, consequentemente, a audiência, não foram os smesmos e, assim, apenas 14 episódios com 50 minutos cada foram produzidos e 13 foram ao ar, pois um acabou sendo cancelado.
Infelizmente são poucos os registros em vídeo do seriado, mas conseguimos esse...
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O PLANETA DOS MACACOSLançada em 13 de setembro de 1974 e com apenas 14 episódios (mas um foi cancelado), O Planeta dos Macacos (The Planet of the Apes) alcançou sucesso e deixou saudades.
Nascida na trilha do épico da ficção científica moderna, sucesso no cinema em 1968, a série teve roteiro de Robert Hammer e direção de Bernard McVeety. Foi produzida pela CBS.
Três astronautas voltam de uma missão espacial e descobrem que viajaram no tempo, sendo que a Terra – em 3085 dC – não é mais dominada pela raça humana, mas sim por símios.
Os orangotangos estão no comando, com legisladores, sábios
e políticos. Logo abaixo, os gorilas, com soldados e guerreiros. Os chimpanzés ficam em terceiro plano, com trabalhos pesados ou como antropólogos e veterinários. Em alguns casos com pesquisas de laboratório, estudando os humanos que sobraram.No contexto, os humanos, mudos, são usados como raça inferior e escravizados, sendo usados também como cobaias de experiências.
Apenas o orangotango conselheiro doutor Zaius (Booth Colman) e o gorila general Urco (Mark Lenard) tem conhecimento do passado do planeta Terra. Os demais sequer imaginam que antigamente a Terra era dominada pelos humanos.
Dos três astronautas que voltaram ao planeta, um, de nome Jones, morre na chegada. Os outros dois, coronel Alan Virdon (Ron Hrper) e major Peter J. Burke (James Naughton) acabam capturados por Zaius, mas contam sua história ao chimpanzé veterinário
Galen (Roddy McDowall), que os auxilia a fugir, passando assim os três a serem perseguidos pelos soldados de Urco.Os astronautas conhecem os chimpanzés Cornélius e sua companheira Zira, que decidem auxiliar os humanos, participando das aventuras em busca dos resquícios da tecnologia humana no planeta.
A série reaproveitou cenários e figurinos do filme, mas o interesse e, consequentemente, a audiência, não foram os smesmos e, assim, apenas 14 episódios com 50 minutos cada foram produzidos e 13 foram ao ar, pois um acabou sendo cancelado.
Infelizmente são poucos os registros em vídeo do seriado, mas conseguimos esse...
domingo, julho 18, 2010
Reclames - 55
Reclames - 55: "
Três peças publicitárias de sabonetes, do fim dos anos 50, início dos 60, quando a TV ainda era em preto e branco.
SABONETE LEVER
SABONETE GESSY
SABONETE LUX (com Regina Duarte)
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SABONETES
Três peças publicitárias de sabonetes, do fim dos anos 50, início dos 60, quando a TV ainda era em preto e branco.
SABONETE LEVER
SABONETE GESSY
SABONETE LUX (com Regina Duarte)
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
domingo, março 08, 2009
sábado, fevereiro 21, 2009
A Patota
Chamada de estréia da "novela jovem" (novela infantil) de Maria Clara Machado, "A Patota", exibida em 1973 pela Tv Globo. Destaque para o filho de Grande Otelo e para a então menina Rosana Garcia (a Narizinho do "Sítio do Pica Pau Amarelo).
Débora Duarte – Neli
Mário Gomes – Jorge
Marcos Nanini – Professor Simões
Reynaldo Gonzaga – Milton
Lúcia Alves – Regina
Rosana Garcia – Juliana
Fábio Mássimo – Vicente
Córis Junior – Pedro
Jorge Alexandre – Chico Fantasia
Antônio Carlos – Manuel Vira Latas
Renata Fronzi – Carmem
Paulo Padilha – Dr. Cardoso
Pedro Paulo Rangel -
Por PAULO SENNA
Poucos sabem ou lembram, mas a primeira dama do teatro infantil, Maria Clara Machado, também escreveu uma novela.
Era uma história sobre jovens e o título não poderia ter sido mais bem escolhido: “A Patota”, que foi exibida pela TV Globo em 1972, às 18h.
A história girava em torno do sonho de uma patotinha, formada por Juliana (Rosana Garcia), Vicente (Fábio Máximo), Pedro (Córis Jr.), Tião (José Prata), que era um grupo de crianças moradoras de uma vila - construída nos arredores da Globo, no Jardim Botânico -, que misturava pobres e ricos e sonhavam em fazer uma viagem à África.
Para ajudar à criançada tinha uma professorinha muito simpática Neli (Débora Duarte) e seu namorado Jorge (Mário Gomes). No elenco estava também Marco Nanini (Prof. Simões), Renata Fronzi (Carmen), Paulo Padilha, Lúcia Alves (Sílvia), Flora Geny (Dona Aurélia), Macedo Neto, Lia Farrel, Zeni Pereira (Basília), Suzy Kirbi (Anésia), Lupe Gigliotti, Oswaldo de Andrade, Arthur Costa Filho, Antonio Carlos, Celso Murce e Martim Francisco.
Eu tive o privilégio de ter sido aluno de Clara, no Tablado. Portanto, fui testemunha de sua garra e paixão pelo palco do Teatro Tablado. Inclusive, na minha humilde opinião, aquele palco deveria se chamar Teatro Tablado de Maria Clara Machado.
Mas a doce e inesquecível atriz, diretor, produtora e escritora de peças infantil Maria Clara Machado não se enquadrou ao ritmo industrial de uma televisão, como declarou em uma entrevista concedida na época. O que as crianças e a turma do Tablado agradecem.
- Além das peças, escrevi a novela “A Patota”. Com ela eu quase morri. Um capítulo por dia é muita coisa. Eu sonhava com os personagens, minha vida ficou só isso, era um horror. Agora eles têm uma equipe, mas naquela época era eu sozinha. No final não dava mais para passar a limpo, eu ditava. Mas sempre fui rápida para escrever - lembrou a autora.
Apesar de todo o sacrifício que autora encontrou em escrever sua história, a novela teve bons índices de audiência.
FONTE : PAULO SENA Portal Globo
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
quarta-feira, agosto 16, 2006
quinta-feira, março 02, 2006
Cicciolina

Marcelo Bulgarelli
Quem diria. Aquela moça mal comportada, hoje está com 54 anos. A cinquentona Ilona Staler, famosa na década de 80 como Cicciolina, ainda tenta ganhar a vida no mundo pornô.
O auge da carreira foi aos 36 anos quando se popularizou em filmes de sexo explícito. Chegou a ‘contracenar’ com Jonh Holmes, o ator todo poderoso e bem dotado do universo pornô.
Cicciolina, em italiano, quer dizer “gracinha’, ‘amorzinho’. Em 1987, o ‘amorzinho’ obteve 20 mil votos pelo Partido Radical e acabou no Parlamento Italiano. Além de votos, ganhou muitos apertões. Ilona Staller é húngara. Nasceu em Budapeste, em 1951. A família dela era abastada. Portanto, sempre comeu o que quis. Mimada, abandonou o curso de medicina para se dedicar a carreira de modelo.
Casou com um italiano em 1976, mas o rapaz não agüentou o apelido de ‘alce” e pulou fora. Nessa altura, Cicciolina mantinha um programa na Radio Luna conhecido como ‘falatório pornô’. Curiosamente, se dizia católica.
Famosa, passou para filmes eróticos. Não foi o suficiente e mergulhou no sexo explícito. Rainha do marketing, em 1990 ela se ofereceu para ‘fazer amor’ com Saddam Hussein a fim de evitar a Guerra do Golfo. Recentemente, voltou a se oferecer como ‘salvadora das pátrias’ na Guerra do Iraque.
Os anos 90 não foram lá grande coisa para a musa pornô. Um tanto decadente, veio ao Brasil tentar salvar o Ibope das novelas eróticas da TV Manchete. A emissora afundou. (abaixo, um vídeo com um hit da pornstar no inicio de carreira, em 1981)
ALMANAQUE CASSETA

Marcelo Bulgarelli
O Almanaque Casseta Popular foi a versão em revista do jornal O Planeta Diário, ambos com o espírito anárquico que tomou conta do humor brasileiro a partir da segunda metade da década de 80.
Tudo começou no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com um jornalzinho mimeografado chamado Casseta Popular.
Foi uma brincadeira que foi crescendo, crescendo, absorvendo...
E no final de 1989, o mesmo grupo de Bussunda e Cia ainda gravou um compacto com a música “Mãe é Mãe” , politicamente incorreta.
A primeira edição do Almanaque Casseta Popular, saiu em março de 1986. A Casseta colaborava com O Planeta Diário e a turma acabou provocando a fusão dos dois grupos, o famoso Casseta & Planeta. A Globo apostou no grupo que substituiu o programa TV Pirata, a primeira tentativa de fazer algo na linha anárquica semelhante a adotada pelo grupo inglês Monthy Python. Porém, TV Pirata tinha um humor mais sofisticado, bem universitário. Casseta & Planeta - no ar até hoje - faz uma linha escrachada.
Hubert, um dos humoristas do grupo, disse que a origem do Casseta & Planeta foi durante o verão de 1988 no show ‘Eu vou tirar você desse lugar’, apresentado num horário alternativo do bar carioca Jazzmania.
O jornal Planeta Diário, com Hubert e Reinaldo, existia desde 1984 e fez muito sucesso com seu recheio nonsense - certa vez publicou a manchete hilariante: “Deputados comprados vieram com defeito.” Ou então : “Papa bota ovo na missa do galo”.
Recentemente, o humor de O Planeta Diário e do Almanaque Casseta Popular pode ser conferido nas edições especiais colocadas nas bancas de revista pela Mundo Estranho, uma divisão da Superinteressante. O preço é salgado: R$19,90. Quem diria que um jornalzinho universitário pudesse chegar a esse preço... História Completa de Casseta & Planeta mostra a trajetória dessa turma de estudantes que viviam desocupados e que resolveram virar desocupados milionários.
A saga, editada em três volumes, lembra personagens como Perry White, as Planetetes e Carlos Maçaranduba. Puro besteirol.
Flávio Cavalcanti

Nossos comerciais, por favor!". Esse era um dos bordões de Flávio Barbosa Cavalcanti, um dos apresentadores mais populares da televisão nas décadas de 70 e 80.
Começou em 1957 na extinta TV Tupi do Rio de Janeiro. Na década de 60, ficou famoso por ter entrevistado Jonh Kennedy na Casa Branca e também fez a barba do perigoso Tenório Cavalcanti.
Na década seguinte, ficou famoso ao mostrar reportgens sensacionalistas , sempre com gestos teatrais.
Mesmo simpático ao regime militar, foi alvo da ditadura quando em março de 73 entrevistou um mineiro que havia emprestado a mulher a outro homem. O programa foi suspenso por 60 dias.
Mesmo conservador, também protegeu em sua casa, em Petrópolis, a atriz Leila Diniz, outro alvo da censura.
Será lembrado por quadros como Um Instante, Maestro que revelava talentos da MPB.
Morreu aos 63 anos quando apresentava seu programa no SBT.
A FESTA DO MONSTRO MALUCO

Atenção galera saudosa da época de ouro da Sessão da Tarde. Um daqueles filmes deliciosos que marcavam presença na telinha acaba de sair em DVD dentro da série Dark Side da Works Editora.
É ‘A Festa do Monstro Maluco’ (Mad Monster Party), animação feita na técnica stop motion, produzida em 1966.
E por falar em monstros, a animação quadro-a-quadro apresenta uma superfesta tendo como anfitrião o próprio Frankenstein. Esse é um verdadeiro cult de horror e comédia musical. Drácula, a Múmia, Corcunda de Notre Dame, Dr. Jackill e Sr Hidde (O Médico e o Monstro), Lobisomem e até o estabanado Felix Flanklin, o sobrinho do anfitrião e futuro herdeiro do tio.
O melhor do CD, além da qualidade de imagem, é a trilha sonora original em inglês e também em português (a mesma dublagem apresentada na Sessão da Tarde).
O DVD é vendido em banca e custa R$19,90 junto com a revista.
(Marcelo Bulgarelli)
MINI CANTOR
MORRIS ALBERT

23/10/2005 12:22
Durante a década de 70, muitos falsos astros internacionais tomavam conta do rádio. Adotavam um nome estrangeiro e cantavam em inglês. Entre os mais famosos, o grupo Pholhas ("My Mystake"), Light Reflections (`Tell me once again´) e até Fábio Júnior que cantava com o nove de Mark Davis.
Mas de todos falsos gringos, o mais famoso foi Maurício Alberto Kaiserman, conhecido como Morris Albert.
Numa noite de 1973, na Serra da Cantareira, em São Paulo, ele compôs em um só fôlego o megahit "Feellings".
A música ganhou o mundo. Frank Sinatra, Julio Iglesias, Gloria Gaynor e uma infinidade de medalhões da música norte-americana gravaram a composição do brasileiro. Morris Albert ficou milionário.
Mas a maior dificuldade foi emplacar outro sucesso. Gravou "She´s my girl" que não teve a mesma repercussão.
O pior viria depois. Na década de 80, o francês Lou Lou Gasté entrou na Justiça afimando que "Feelings" era um plágio de "Pour Toi", escrita por ele. Fim de carreira para Morris que hoje dirige um estúdio de gravação no Canadá.
Postado por marbulgarelli
FAMILIA DÓ RÉ MI

16/10/2005 15:05
A Paramount Pictures vai levar o popular seriado A Família Dó-Ré-Mi para o cinema. O estúdio comprou os direitos de adaptação do próprio criador do programa, o dramaturgo Bernard Sale. Exibida a partir de 1970 pela rede ABC nos Estados Unidos, A Família Dó-Ré-Mi fez sucesso nos quatro anos em que esteve no ar. A série seguia as aventuras da família Partridge, formada pela mãe Shirley (Shirley Jones) e seus cinco filhos músicos (entre eles David Cassidy e Susan Dey). O programa era embalado por canções típicas dos anos 70 e recebia como convidados celebridades em alta na época, como as Panteras originais, e até futuras estrelas do cinema, como Jodie Foster e Mark Hamill.
Postado por Marbulgarelli
TICO TICO

HÁ 100 ANOS...
10/10/2005 23:32
Desta vez nós fomos longe. Mas a viagem é válida. Em 11 de outubro de 1905, era publicada a primeira revista brasileira de quadrinhos para crianças. Era o Almanaque do Tico-Tico que entre seus inúmeros leitores, tinha Carlos Drummond de Andrade.
Postado por Marbulgarelli
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